Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Fenômeno

Fenômeno até na bobagem...

Sábado, 27 de Junho de 2009

Atos Secretos (O que é secreto não pode ser bom)

Acredito sim que alguns desses parlamentares entraram na lista de gaiatos e não tem muita culpa nessa lambança, embora devesem ler bem o que assinam e pra que assinam, mas acredito ainda mais nos que não entraram na listinha.
Mesmo sem culpa afirmada, alguns me decepcionaram, outros só ratificaram o que EU JÁ SABIA.

ATOS SECRETOS ENVOLVERAM 37 SENADORES

Por Leandro Colon e Rosa Costa, no Estadão

A edição de atos secretos beneficiou ou obteve a chancela de pelo menos 37 senadores e 24 ex-parlamentares desde 1995. Não há distinção partidária - PT, DEM, PMDB, PSDB, PDT, PSB, PRB, PTB e PR têm representantes na lista. São senadores que aparecem como beneficiários de nomeações em seus gabinetes ou que assinaram atos secretos da Mesa Diretora criando cargos e privilégios. A existência de tantos nomes indica que a prática dos boletins reservados era bem conhecida. A quantidade pode ser ainda maior, com a evolução das investigações na Casa. A Mesa Diretora receberá hoje o relatório final da comissão que descobriu cerca de 650 boletins secretos.O documento apontará indícios de sigilo intencional em boa parte dessas medidas.
Veja abaixo a lista dos senadores beneficiados por atos secretos:
Aldemir Santana (DEM-DF)
Antonio Carlos Júnior (DEM-BA)
Augusto Botelho (PT-RR)
Cristovam Buarque (PDT-DF)
Delcídio Amaral (PT-MS)
Demóstenes Torres (DEM-GO)
Edison Lobão (PMDB-MA)
Efraim Moraes (DEM-PB)
Epitácio Cafeteira (PTB-MA)
Fernando Collor (PTB-AL)
Geraldo Mesquita (PMDB-AC)
Gilvam Borges (PMDB-AP)
Hélio Costa (PMDB-MG) licenciado, hoje ministro
João Tenório (PSDB-AL)
José Sarney (PMDB-AP)
Lobão Filho (PMDB-MA)
Lúcia Vania (PSDB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Marcelo Crivella (PRB-RJ)
Maria do Carmo (DEM-SE)
Papaléo Paes (PSDB-AP)
Pedro Simon (PMDB-RS)
Renan Calheiros (PMDB-AL)
Roseana Sarney (PMDB-MA) renunciou para assumir o governo do MA
Sérgio Zambiasi (PTB-RS)
Serys Slhessarenko (PT-MT)
Valdir Raupp (PMDB-RO) licenciado, hoje ministro
Wellington Salgado (PMDB-MG)

Senadores que assinaram atos secretos quando integravam a Mesa Diretora da Casa:

Antonio C. Valadares (PSB-SE)
César Borges (PR-BA)
Eduardo Suplicy (PT-SP)
Garibaldi Alves (PMDB-RN)
Heráclito Fortes (DEM-PI)
Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
Paulo Paim (PT-RS)
Romeu Tuma (PTB-SP)
Tião Viana (PT-AC)

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

O Senador José Sarney desconhece o significado dos "atos secretos", talvez deve-se perguntar a seus familiares...

Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

nicole kidman
marina elali
baby looney tunes
cleopatra
kanji
cibele dorsa
arnold schwarzenegger
exalta samba
isabella nardoni
adventure quest
blackberry
atletico paranaense
tim maia
anne hathaway
comida japonesa



Essas foram as palavras mais procuradas no Google em junho de 2008 aqui no Brasil. Confesso que algumas não consigo entender o por quê... Ah! Pra dizer a verdade só entendi Nicole Kidman(uau!) e Comida Japonesa (adoro!),o restante...tsc...

A verdade é que eu usei esse recurso canalha pra tentar atrair pessoas para uma boa causa. Existe no Brasil um site muito importante que disponibiliza gratuitamente uma série de mídias. É o Domínio Público. Uma biblioteca digital desenvolvida em software livre, super interessante e que pode vir a acabar por falta de acessos. É mole?!

A música ela me transmite hoje sensações como nunca senti antes.
Ela me libera de mim mesmo. Ela me separa de mim mesmo.
Como se eu me olhasse. Como se eu me percebesse de muito longe.
Ao mesmo tempo ela me fortalece.
E sempre após uma noite musical, a minha manhã transborda de idéias e pensamentos corajosos. É como se eu estivesse mergulhado no elemento mais natural.
A vida sem a música é simplesmente um erro, uma tarefa cansativa no exílio.

Friedrich Nietzsche

Terça-feira, 19 de Agosto de 2008

Outro Fernando ( Saudades daquela Comédia...)

Um dia irmão, comemoraremos a vitória tão esperada. Os que jogaram, os que só torceram na arquibancada.
E bêbados de nós mesmos, a mesa coberta com os destroços do combate. Difícil dizer o que é sangue, e o que é molho de tomate. Brindaremos as cadeiras vazias dos que lá não estão. Os fantasmas de uma geração.

Um que morreu no exílio, foi devorado por vermes estrangeiros.
Um que enloqueceu um pouco, e tem delírios passageiros.
Um que ía mudar o mundo e se mudou
Um que era o melhor de nós e vacilou.
Nossa Rosa Luxemburgo que abriu uma botique.
Nosso quase Che Guevara, que hoje vive de trambique.

Estaremos você e eu irmão, e os balões circundarão nossas cabeças, como velhos remorsos.
E os garçons olharão para nós, e desejarão a nossa morte.

Danem-se as nossas trapalhadas, estivemos nas barricadas.
Não temos placas na rua, como heróis da resistência. Mas, temos consciência de que os bárbaros não passaram.

Então você dirá: - Como heróis ? Como não passaram, meu querido não te falaram? Os bárbaros ganharam.


Luís Fernando Veríssimo

Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Como na Europa não foi o filminho do Hamburger,mas o realmente ótimo e, desculpe sissies, necessário Tropa de Elite que representou o Brasil. Qual foi o resultado? Urso de Ouro. Nada mais a declarar.

Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

Mais modernidades...

Esse é um texto que recebi por e-mail. Sinceramente não sei quem o escreveu.

A praga da década são os namorofóbicos. Homens estão cada vez mais arredios ao título de namorado,mesmo que, na prática, namorem..Uma coisa muito estranha. Saem, fazem sexo,vão ao cinema, freqüentam as casas, tudo numa freqüência de namorados, mas não admitem. Têm alguns que até têm o cuidado de quebrar a constância só para não criar jurisprudência, como se diria em juridiquês.

Podem sair várias vezes numa semana, mas aí tem que dar uns intervalos regulamentares, que é para não parecer namoro. É tua namorada? - Não, a gente tá ficando. Ficando aonde, cara pálida? Negam o namoro até a morte, como se namoro fosse casamento, como se o título fizesse o monge, como se namorar fosse outorgar um título de propriedade. Devem temer que ao chamar de namorada(o) a criatura se transforme numa dominadora sádica, que vaiarrastar a presa para o covil, fazer enxoval, comprar alianças, apresentar para a parentada toda e falar de casamento - não vai. Não a menos que seja um(a) psicopata. Mais pata que psico.

Namorar é leve, é bom, é gostoso. Se interessar pelo outro e ligar pra ver se está tudo bem pode não ser cobrança, pode ser saudade, vontade de estar junto, de dividir. A coisa é tão grave e levada a extremos que pode tudo, menos chamar de namorado. Pode viajar junto, dormir junto, até ir ao supermercado junto (há meses!), mas não se pode pronunciar a palavra macabra: NAMORO. Antes, o problema era outro: CASAMENTO. Ui. Vá de retro! Cruz credo! Desafasta. Agora é o namoro, que deveria ser o test drive, a experiência, com toda a leveza do mundo. Daqui a pouco, o problema vai ser qualquer tipo de relacionamento que possa durar mais que uma noite e significar um envolvimento maior que saber nome.

Do que o medo? Da responsabilidade? Da cobrança? De gostar? Sempre que a gente se envolve com alguém tem que ter cuidado. Não é porque "a gente tá ficando" que não se deve respeito, carinho, cuidado. Não é porque "a gente tá ficando" que você vai para cama num dia e no outro finge que não conhece e isso não dói ou não é filhadaputice ? Não é porque "a gente tá ficando" que o outro passa ser mais um número no rol das experiências sexuais - e só. Ou é? Tô ficando velha? Paciência.


Talvez estejamos ficando velhos minha cara... São os novos tempos, tudo é mais volátil, mais efêmero, verdadeiramente descartável. Por que não haveria de refletir nas relações humanas?

Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

Poesia,né?!

Álvaro de Campos


Poema em Linha Reta


Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Sábado, 24 de Novembro de 2007

Qual o seu lado?


Não adianta ficar só falando e se lamentando. A questão é simples, você precisa se definir. Afinal de contas,de que lado você está?
Essa é bem legal.

Feriados


Essa é mais uma opinião sobre os nossos feriados que achei pela rede a fora.
Por mais que eu possa vir a concordar com um texto (o que não acontece nesse caso), não consigo ver como opinião corajosa a opinião de um anônimo e olha que eu tentei descobrir quem seria o articulista ou articulistas do referido texto. E olha que eu gosto desse site.

É como a opinião de um economista, que infelizmente não me recordo o nome, criticando o último feriadão do ano no funcionalismo público como sendo extremamente oneroso aos cofres do Estado. Pois bem, parece-me que o economista se esqueceu de lembrar dos doze anos sem aumentos dos mesmos funcionários "onerosos". Será que o Estado não economizou bastante com isso?

Olha, eu sei que um país em desenvolvimento precisa do maior tempo possível para se impor pelo trabalho, mas daí a querer igualar níveis de trabalho por força de um esforço maior com um salário inferior é dose pra leão. Só funciona na China...

Domingo, 18 de Novembro de 2007

Expurgo ou não?!

A não renovação dos contratos dos pesquisadores Fábio Giambiagi e Otávio Tourinho com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada) que terminam no início de dezembro gerou certa polêmica na imprensa por se tratar de economistas que fazem críticas à política econômica do Governo. Alguns jornais noticiaram a saída como sendo um “expurgo”.
Nesta última sexta-feira, ouvi o presidente do Ipea, Márcio Pochmann dizendo em entrevista a Paulo Henrique Amorim que a saída dos pesquisadores do Instituto não é um "expurgo".
Pochmann disse que Giambiagi e Tourinho são funcionários do BNDES e trabalhavam no Ipea por meio de uma parceria entre os dois órgãos. Eles têm até o dia 07 de dezembro para entregar um relatório da pesquisa sobre o papel do BNDES no desenvolvimento do Brasil, que desenvolveram durante o tempo em que ficaram no Ipea e, caso haja uma nova parceria entre os órgãos e o BNDES indicar ambos os economistas não haverá problemas em aceitá-los de volta.
Pochmann afirmou não ser contrário a diferentes visões dentro de sua própria “casa” e que até gosta de polêmicas e que onde há polêmicas logicamente há visões distintas. Ele até afirmou também guardar algumas restrições à política econômica do Governo. "Nós temos uma certa insatisfação com o patamar dos juros, com a situação cambial atualmente, com a estrutura tributária que praticamente onera fundamentalmente os mais pobres nesse país e com o padrão de desigualdade que temos", disse Pochmann.
Quem me conhece sabe o que penso do modo de agir desse povo do PT e sabe que eles nunca foram muito favoráveis a esse negócio de democracia, de opinião contrária e de diálogo entre os divergentes. Basta ver o que fizeram, fazem e sempre vão fazer com os seus próprios divergentes. Democracia não está no DNA desse povo. Só dizem que a acatam porque estão em uma, embora suas atitudes, agora que são Governo, mostrem que continuam tentando miná-la.
A única coisa que não temos dúvida é de que a não renovação dos contratos obedeceu a critérios técnicos lícitos e inquestionáveis quanto ao que está programado. Daí a coisa ser motivada unicamente por razões técnicas são outros quinhentos.
Gostam de polêmica?! Sei...

 
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